Flautas de bisel
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Flauta Doce Hohner 9501 Madeira de Pêra Digitação Alemã 2 Peças -
Flauta Doce Hohner 9533 Madeira Bordo Digitação Alemã 2 Peças -
Flauta de Bisel Hohner 9555 Madeira de Pêra Digitação Alemã 2 Peças -
Flauta de Bisel Hohner 95084VI Plástico Digitação Alemã 1 Peça Violeta -
Flauta de Bisel Hohner 95084GR Plástico Digitação Alemã 1 Peça Verde -
Flauta Doce Hohner 95084PK Plástico Digitação Alemã 1 Peça Rosa -
Flauta de Bisel Hohner 95084RD Plástico Digitação Alemã 1 Peça Vermelha -
Flauta Doce Hohner 95084DB Plástico Digitação Alemã 1 Peça Azul -
Flauta de Bisel Hohner 9508 Plástico Digitação Alemã 1 Peça -
Flauta de Bisel Soprano Honsuy -
Surdina Flauta Escolar Muteflute
Sabia que…?
De acordo com estudos, o som de uma flauta de madeira, plástico e metal é praticamente indistinguível, mesmo para os ouvidos de um flautista profissional.
Sobre a flauta de bisel…
A flauta de bisel, ou flauta doce, é um instrumento musical da família dos instrumentos de sopro de madeira, de forma cilíndrica e com 8 orifícios. É fácil de tocar, versátil, leve, transportável e muito adequada como instrumento musical escolar ou como instrumento de iniciação à categoria musical de sopro em qualquer idade.
Contexto e um pouco de história
A origem da flauta de bisel que hoje conhecemos data de 1832 e devemo-la ao flautista e inventor alemão, Teobaldo Bohem.
No entanto, a sua origem real é muito anterior a esta data, pelo que teremos de recuar até à pré-história, onde já existiam instrumentos musicais muito semelhantes à flauta moderna. Estas flautas eram feitas de madeira, ossos ou cerâmica.
Já na Idade Média, estes instrumentos começaram a sofisticar-se, graças aos primeiros biséis divisórios nos bocais, e mais tarde no Renascimento e no Barroco começou a assumir um papel chave na orquestra e a ser usada por grandes compositores da época como Johann Sebastian Bach e Antonio Vivaldi.
As partes mais características da flauta de bisel
Cabeça:
Local onde se encontra a embocadura, situada numa extremidade do instrumento.
Embocadura:
A peça através da qual o músico introduz o fluxo de ar para que este percorra o corpo do instrumento e o faça soar.
Corpo:
A parte maior e mais alongada do instrumento onde se encontram os diferentes orifícios da flauta. Podem ser de uma ou várias peças subdivisíveis, consoante o modelo.
Orifícios:
Os orifícios permitem gerar diferentes notas, concretamente, dispõe de sete na parte superior e um único orifício na parte inferior.
Tipos de flauta de bisel
A classificação mais apropriada que podemos fazer para distinguir os diferentes tipos de flauta de bisel, será por afinação:
- Piccolo: a flauta de bisel mais aguda. A sua tessitura vai de dó6 a ré8
- Soprano: Mais comum e utilizada nas escolas. Gama de tessitura: fá5 a ré7
- Sopranino: Ligeiramente mais pequena e com tessitura de fá5 a sol7
- Tenor: tessitura de dó4 a ré6.
- Alto: De fá4 a sol6.
- Baixo: Tamanho maior. Abrange uma tessitura de fá3 a sol5.
- Grande Baixo: Maiores dimensões que qualquer outra flauta de bisel. Tessitura de dó3 a ré5.
O funcionamento da flauta de bisel
A flauta de bisel é composta por um total de 8 orifícios (7 em cima e um em baixo) os quais devem ser tapados ou abertos com as pontas dos dedos, em função das notas que se desejam reproduzir, e ao mesmo tempo que se introduz um fluxo de ar pelo bocal do instrumento.
Além disso, a flauta de bisel pode ser tocada de duas formas distintas, consoante a digitação barroca (procura uma digitação mais ergonómica) ou alemã (apresenta uma digitação menos ergonómica).
Utilizar uma flauta de bisel na escola é algo muito habitual, já que se trata de um dos instrumentos mais simples e práticos de utilizar e aprender para que as crianças contactem com os primeiros conceitos e se introduzam no universo da música académica.